
Todos os planos de previdência administrados pela Fachesf superaram suas metas de investimentos no mês de novembro de 2025. Dos seis planos, quatro já bateram suas metas de rentabilidade no acumulado do ano. Os resultados positivos demonstram a solidez da gestão dos investimentos e a aderência às estratégias definidas nas Políticas de Investimentos dos planos.
O Plano CD BCO registrou rentabilidade de 0,70%, acima da meta mensal de 0,60%, alcançando 10,95% no acumulado do ano, resultado superior à meta anual de 8,81%. O Plano BD também teve desempenho positivo, com 0,80% no mês, frente à meta de 0,58%, e acumulando 10,85% no ano, acima da meta de 8,61%.
O Plano BS obteve rentabilidade de 0,71%, superando a meta mensal de 0,59%, e atingiu 10,64% no acumulado anual, acima da meta de 8,75%. Já o Plano CD BAC destacou-se no período, com rentabilidade de 1,42% no mês, bem acima da meta de 0,60%, e resultado acumulado de 12,42% no ano, superando com folga a referência anual de 8,81%.
O Plano CD Puro apresentou rentabilidade de 1,11%, acima da meta mensal de 1,05%, acumulando 12,11% no ano. O RealizePrev registrou desempenho semelhante, com 1,07% no mês e 12,15% no acumulado anual. Embora positivos e superiores às metas mensais, os resultados acumulados dos planos CD Puro e RealizePrev seguem ligeiramente abaixo das metas anuais de 12,95%
Acesse os relatórios detalhados de cada plano na página de Investimentos e abaixo as informações sobre o cenário econômico no Brasil e no mundo.
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Plano |
Rentabilidade |
Meta |
Rentabilidade |
Meta |
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Mês |
Mês |
Ano |
Ano |
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CD BCO¹ |
0,70% |
0,60% |
10,95% |
8,81% |
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BD¹ |
0,80% |
0,58% |
10,85% |
8,61% |
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BS¹ |
0,71% |
0,59% |
10,64% |
8,75% |
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CD BAC² |
1,42% |
0,60% |
12,42% |
8,81% |
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CD Puro² |
1,11% |
1,05% |
12,11% |
12,95% |
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RealizePrev² |
1,07% |
1,05% |
12,15% |
12,95% |
¹Rentabilidade dos Investimentos
²Variação da cota líquida
Cenário econômico
No Brasil, o cenário segue misto. A inflação e as expectativas melhoraram, enquanto a atividade econômica mostra desaceleração gradual. O mercado de trabalho permanece aquecido, porém com sinais de perda de fôlego. Com a Selic em 15% por período prolongado, cresce a expectativa de início dos cortes de juros no 1º trimestre de 2026. O ambiente fiscal e o ciclo eleitoral de 2026 seguem como fatores de risco, exigindo cautela e podendo gerar volatilidade nos mercados.
Nos Estados Unidos, a economia mantém crescimento resiliente, próximo de 2%, com forte desempenho de tecnologia e IA, enquanto setores tradicionais desaceleram. O mercado de trabalho começa a esfriar gradualmente. A inflação mostra pressão adicional devido ao repasse de tarifas, especialmente em bens, levando à percepção de que o ciclo de cortes de juros está próximo do fim, condicionado à evolução do emprego e da inflação.
O bloco europeu apresenta crescimento modesto e inflação mais controlada, com poucos vetores domésticos de expansão e desafios estruturais. Dados recentes indicam leve melhora de curto prazo. No entanto, o BCE segue cauteloso quanto ao início de cortes de juros, avaliando novas projeções antes de avançar na flexibilização monetária.
Já a China segue exibindo um crescimento desequilibrado, com desempenho robusto da indústria e das exportações contrastando com a contínua fraqueza do setor imobiliário. A demanda doméstica permanece frágil e a inflação próxima de zero. As exportações seguem como principal motor de crescimento e reforçam o papel do país como “exportador de deflação”, com efeitos relevantes sobre a inflação global e as dinâmicas do comércio internacional.
Fonte: Fachesf, em 19.12.2025.