Atualmente, questiona-se a atuação da ANS, as operadoras, os prestadores de serviços (hospitais, profissionais de saúde, etc.) e até mesmo os beneficiários, o que nos permite refletir se na cadeia da saúde suplementar existem ou não vilões que afetam a sustentabilidade do setor.
É comum depararmos em uma conversa informal com argumentos de que as operadoras visam exclusivamente lucrar, impondo aos beneficiários reajustes extremamente abusivos. De fato, são empresas que visam lucro - à exceção das autogestões que não tem finalidade lucrativa, mas será que esse comentado lucro procede? O desempenho financeiro das operadoras é positivo?
Fonte: Saúde Business, em 07.03.2024