Por Denise Bueno
Seguradoras investem em tecnologia, eficiência e novos marcos regulatórios para romper limites de penetração e sustentar expansão neste ano
A dinâmica do setor de seguros em 2026 tem sido ditada pela convergência de vetores que combinam expansão dos ramos de risco, uso mais intensivo de tecnologia, ganho de eficiência operacional, adaptação regulatória e busca por produtos mais aderentes ao bolso e à necessidade do consumidor. Depois de um 2025 em que a arrecadação consolidada foi afetada pela fragilidade da previdência aberta, especialmente do VGBL, o setor chega a este ano com a convicção de que o crescimento tende a vir menos de um impulso homogêneo e mais da capacidade de executar melhor, precificar com mais precisão, distribuir com mais inteligência e ampliar a cultura de proteção em um mercado ainda subpenetrado.
Fonte: Valor Econômico, em 23.04.2026