Pesquisa aponta que 25% dos médicos de família e 24% dos ginecologistas e obstetras não seguem protocolos recomendados, comprometendo a detecção precoce do câncer de mama no país
Uma pesquisa inédita, realizada com a participação de membros da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), avaliou o conhecimento de ginecologistas, obstetras e médicos de família sobre o rastreamento mamográfico no Brasil. O estudo, que incluiu 5.310 ginecologistas e obstetras e 2.700 médicos de família, também trouxe percepções sobre condutas diante de casos suspeitos de câncer de mama.
Para o mastologista Marcelo Antonini, membro da Comissão de Tratamento Sistêmico da SBM em São Paulo, o estudo é crucial, pois revela a necessidade de educação continuada e treinamento dos profissionais envolvidos no rastreamento. “Isso é essencial para reduzir a mortalidade por câncer de mama no Brasil”, afirma Antonini.
Fonte: Saúde Business, em 17.10.2024