Uma estratégia pautada em movimentos bem planejados e na identificação de oportunidades somada ao processo de retomada da economia mundial garantiram bons resultados para os investimentos da Forluz em maio. Mesmo com a inflação negativa, que afetou o segmento de Renda Fixa, os planos previdenciários da Fundação fecharam o mês com números positivos. O Plano A obteve rentabilidade de 1,33%. Já no Plano B, a rentabilidade do consolidado foi de 0,94%. O Plano Taesaprev registrou 1,09% de retorno.
O diretor de Investimentos e Controle, Emílio Cáfaro, ressalta que este é o segundo mês de recuperação expressiva, após a queda causada pela Pandemia de Coronavírus no mês de março. Ele afirma que, mesmo diante desse bom resultado, a equipe da Entidade segue monitorando diariamente a evolução da crise. "Ainda é um ambiente de muitas incertezas e podemos enfrentar alguma volatilidade, mas nossos resultados comprovam a robustez da carteira, que mais uma vez frisamos foi construída para o resultado sustentável e no longo prazo. Aguardamos, agora, os movimentos de retorno da atividade econômica nos estados, mitigando os riscos e aproveitando as oportunidades, agindo sempre com cautela e responsabilidade".
Deflação
Em função da retração ocorrida na economia com a Pandemia, o índice IPCA-IBGE, que mede a inflação no País, registrou queda de 0,38%. O gerente de Renda Fixa, Imóveis e Empréstimos, Tiago Martins, explica que este indicador corrige os títulos públicos e, desta forma, afeta a carteira de Renda Fixa.
Ainda assim, este efeito momentâneo não prejudica o ganho real no longo prazo. "Grande parte da carteira é composta por títulos indexados à inflação mais uma taxa média de juros. Sendo assim, a rentabilidade real, que significa o retorno do investimento já descontada a inflação, não é impactada. Ela permanece com patamares positivos e alinhada às necessidades de remuneração do plano".
Ele lembra também que a Fundação tem conseguido realizar operações pontuais na carteira que estão gerando ganhos no curto prazo. "A crise também é um ambiente para identificarmos oportunidades e temos feito isso de forma assertiva", pontua.
De outro lado, a reação do mercado superou as expectativas, segundo o gerente de Renda Variável e Macroalocação, André Buscácio. Ele avalia que a recuperação deve continuar, mas de forma mais equilibrada e ainda suscetível a oscilações momentâneas. "A reação era esperada, mas a velocidade surpreendeu pela magnitude, especialmente nas últimas semanas de maio. O mercado estrangeiro apresenta uma subida mais forte, devido à capacidade prévia de recuperação que possui. Agora, é o momento de comprovar se as medidas tomadas por aqui serão suficientes para amenizar os prejuízos causados pela crise, como será este retorno gradual e se haverá ou não uma desaceleração. Com estes questionamentos em aberto, ainda podemos enfrentar um ambiente instável, mas com tendência de melhoria para sustentar o mercado em uma posição razoável", pontua.
Conforme André, a queda da taxa de juros no Brasil impulsiona os investidores a buscarem alternativas com maior risco, o que aquece o mercado. "A Renda Fixa não é mais uma opção para pagar sozinha o passivo, então, é necessário encontrar alternativas, com risco controlado e que ofereçam diversificação para ampliarmos as possibilidades de retornos interessantes. Isto favorece o mercado, com carteiras mais balanceadas", conclui.
Mais detalhes acerca do cenário econômico do mês de maio e a análise completa da equipe de investimentos da Forluz podem ser conferidos no informativo de Rentabilidades, já disponibilizado no Portal. Clique abaixo e confira.
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Fonte: Forluz, em 10.06.2020