As primeiras estimativas das perdas causadas pelo terremoto do dia 1 de janeiro no Japão apontam prejuízos significativos para seguradoras e resseguradoras globais, possivelmente ultrapassando US$ 6 bilhões.
Análise inicial das perdas causadas pelo terremoto no Japão
A Moody´s RMS, utilizando seu modelo de análise de risco de catástrofes, estima que os sinistros causados pelo tremor fiquem entre US$ 3 e US$ 6 bilhões. O terremoto, de magnitude 7,5, ocorreu no oeste do país e deve provocar um desvio na curva de sinistralidade de diversas carteiras de seguros.
Impacto econômico do terremoto: seguradoras e resseguradoras
O evento provocou danos em propriedade privada, lucros cessantes por interrupção de negócios, incêndios, inundações e deslizamentos de terra. A inflação pós-evento explica a grande margem entre o piso e o teto da projeção da Moody´s, que também desconsidera “perdas para exposições não modeladas” como transportes e infraestruturas de serviços públicos.
Projeções diversas sobre os custos do terremoto japonês
Outras projeções incluem a estimativa da Karen Clark & Company de US$ 6,4 bilhões e da CoreLogic, que varia de US$ 1 bilhão a US$ 5 bilhões. A unidade Extreme Event Solutions da Verisk calcula que a conta possa oscilar entre US$ 1,8 bilhão e US$ 3,3 bilhões.
Fonte: CNseg, em 17.01.2024