Confira a seguir a entrevista com a Coordenadora do Comitê do IDG II da Abrapp, Mônica Ramos Lima, Gerente de Controladoria da Previ:
Acontece - Comente a importância do IDG II para o aperfeiçoamento da governança das EFPCs.
Mônica - O IDG II busca desenvolver e contribuir com a disseminação de indicadores entre as entidades fechadas, auxiliando no desenvolvimento da cultura de acompanhamento desses dados e a melhoria do sistema como um todo. Acho que é muito relevante para as entidades ampliarem a utilização deste produto, que é fornecido gratuitamente pela Abrapp. Como o material tem a participação de muitas entidades, existe a possibilidade de realizar buscas por perfis das instituições, por planos e etc.
Acontece - Cite exemplos de utilização dos indicadores pelas entidades.
Mônica - Os indicadores são muito ricos. Existem aqueles vinculados a despesas administrativas, a rentabilidade, entre outros. São dados que podem ser comparados entre as entidades, com séries históricas, contribuindo inclusive para análise de tendência ao longo dos anos. É um trabalho muito importante, até mesmo para tornar possíveis estudos de aperfeiçoamento nas fundações, inclusive nas áreas de controle.
Acontece - Há algum plano de atualização ou aperfeiçoamento dos indicadores?
Mônica - Estamos finalizando a parte de indicadores atuariais. Já tínhamos feito todo o desenho desses indicadores e estamos em fase final de revisão. É mais um grupo de indicadores que pode contribuir com as entidades, tanto para comparabilidade quanto para análise.
Acontece - Quais os desafios atuais para o trabalho do Comitê do IDG II?
Mônica - O Comitê está disponível para receber sugestões e aprimoramentos. Atualmente estamos re-analisando alguns indicadores sob a ótica da Resolução 4.661. Um dos trabalhos na nossa agenda, é fazer a revisão desses dados e verificar a necessidade de ajustes pontuais nos indicadores.
Fonte: Acontece Abrapp, em 26.07.2018.