O Comitê de Conduta e Ética é parte relevante da estrutura de Governança da Forluz. O órgão é vinculado ao Conselho Deliberativo e tem como função orientar e zelar pelo cumprimento de princípios éticos na conduta dos integrantes do quadro corporativo e parceiros da Fundação. É papel do Comitê analisar as ocorrências encaminhadas por meio do Canal de Denúncia e propor, quando aplicável, as sanções cabíveis.
O grupo é formado por cinco membros efetivos e igual número de suplentes, para mandatos de até três anos, sendo vedada a recondução. Atualmente, o coordenador do Comitê é Wilson Cardoso da Silva, que atua como gerente de Organização e Remuneração na Cemig e já atuava no comitê desde agosto do ano passado. Ele afirma que assumiu o desafio com grande responsabilidade. "Recebi com muita satisfação essa indicação porque é uma missão importante, que envolve um assunto muito caro a todos, a ética. Contribuir para o desenvolvimento deste tema e manter o comitê ativo é uma tarefa que oferece muito aprendizado", afirma.
Ele destaca que, como participante da Forluz, integrar o Comitê o aproximou da Fundação e trouxe maior conhecimento sobre a seriedade com que o tema é encarado pela Entidade. Para Wilson, ao assumir esse desafio, o foco deve ser a imparcialidade. "Temos que ser capazes de tratarmos as ocorrências de forma isenta, com foco no que é melhor para a Fundação. As decisões serão baseadas no que as normas e a legislação determinam, e não em opiniões pessoais".
Ainda conforme o coordenador, os membros devem ter conhecimentos básicos acerca dos processos de uma organização, compreenderem o papel do Compliance e terem facilidade para o trabalho em equipe. "Nossa atuação demanda diálogo e é imprescindível apresentar as percepções com tranquilidade, sempre zelando pela integridade da Forluz".
Modernização dos documentos
Em julho, a Forluz concluiu o processo de revisão do Código de Conduta e Ética e do Regimento Interno do Comitê. Segundo Wilson, o projeto contou com o apoio expressivo das áreas internas da Entidade, que geraram subsídios para a atualização dos documentos. "A equipe da Fundação nos ajudou muito, com pesquisas, ideias e levantamentos para que pudéssemos revisar a documentação e deixá-la mais moderna e alinhada ao contexto atual". Ele avalia ainda que, com os novos documentos, o Comitê ganhou mais autonomia para atuação. "Apesar do Comitê estar ligado ao Conselho Deliberativo, ele tem total isenção para tratar as questões. Além disso, o texto está mais adequado, já que o ajustamos às melhores práticas do mercado". A revisão recebeu também contribuições do Comitê de Auditoria da Entidade e de um escritório de advocacia especializado no tema. De acordo com o gerente de Compliance e Governança, Gabriel Lara de Paula, os próximos passos agora envolvem a busca e contratação de uma nova ferramenta para viabilizar a terceirização do Canal de Denúncia. "O objetivo, com isso, é aprimorar os procedimentos e fortalecer a governança da Forluz".
Fonte: Forluz, em 25.11.2021.