O uso de tecnologias digitais na medicina veio para ficar. Segundo levantamento da empresa norte-americana de venture funds Mercom, somente no primeiro semestre de 2021 foram investidos 15 bilhões de dólares em empresas de telemedicina. Isso representa um crescimento de 138% em relação ao primeiro semestre de 2020. Investimentos como estes alimentam a imensa diversidade de propostas das empresas de digital health.
De acordo com estudo da KPMG divulgado no início deste ano, o Brasil já conta com 542 startups de saúde (healthtechs). O foco dessas empresas é em redesenhar processos para criar experiências disruptivas de diagnóstico e atendimento nas mais variadas áreas. Pesquisa da Fiocruz divulgada em março de 2021 a partir de entrevistas com 25 mil profissionais de saúde brasileiros mostra um universo muito diversificado atuando na luta contra a Covid: 58% desse grupo é formado por enfermeiros, seguidos de 22,6% de médicos, fisioterapeutas (5,7%), odontólogos (5,4%), farmacêuticos (1,6%) e por outras posições de trabalho (5,7%).
Fonte: Saúde Business, em 09.08.2021