Em apenas um mês de gestão, a nova Diretoria Executiva da Geap já conseguiu uma economia de mais de R$ 38 milhões em cortes de despesas e reajuste orçamentário dos custos administrativos e assistenciais. No setor jurídico, por exemplo, a rescisão de apenas quatro contratos foi responsável por uma redução de R$ 22,9 milhões. Segundo o Diretor-Executivo, Ricardo Marques Figueiredo, mais de 20 contratos dispendiosos já foram cancelados e todos os que ainda são onerosos para a Operadora passarão por revisão para repactuação ou cancelamento. Esses são apenas alguns dos efeitos positivos de uma série de ações tomadas pela atual gestão.
Todos os setores estão envolvidos na Planejamento Estratégico e Organizacional com foco na saída da Direção Fiscal. São mais de 80 ações que darão mais garantia de sustentabilidade à Geap. Entre as mais imediatas está a reestruturação do fluxo de pagamento, que passará a ser executado somente com 60 dias, resguardados os casos excepcionais.
Outra medida adotada para garantir maior controle dos contratos, em todo o país, é a centralização das contratações estaduais na Diretoria Executiva, em Brasília-DF. “Isso vai permitir que nosso corpo técnico possa analisar com maior cuidado e mais critérios as normas e cláusulas que conduzirão os contratos em cada estado. Antes, muitos desses contratos eram feitos sem o conhecimento o acompanhamento de perto da Diretoria. Isso não vai mais acontecer”, declarou Ricardo Marques Figueiredo.
Também estão acontecendo reuniões de renegociação com as empresas e instituições conveniadas. A intenção é reajustar os valores pagos e as condições dispostas nos contratos. “Precisamos ajustar os contratos de forma que tanto essas instiuições, quanto a Geap sejam beneficiadas. Precisamos encontrar as condições ideais, caso contrário esses convênios não se sustentarão”, enfatizou o Diretor de Finanças, Cláudio Lopes Barbosa.
Ainda está sendo providenciada pela Diretoria a reestruturação das Gerências Estaduais, a partir da análise de negócios, mediante acompanhamento diário dos indicadores financeiros e assistenciais de cada unidade federativa. São indicadores como receita, despesa, uso dos planos, sinistralidade, evasão e adesões. “As Gerências que não estiverem apresentando resultados positivos serão reestruturadas”, frisou o Diretor-Executivo.
Outra nova medida adotada pela atual gestão da Geap é a cobrança de dívidas dos beneficiários inadinplentes. Até então ações de cobranças não alcançavam o êxito desejado. A intenção é permitir que o plano se torne menos oneroso, exigindo, assim, um menor percentual de reajuste anual. Dessa forma, será evitado que o custeio sobrecarregue os beneficiários adimplentes, distribuindo melhor o fardo do mutualismo.
Fonte: Geap, em 17.05.2019.