Após o anúncio do déficit operacional de R$ 11,5 bilhões em 2022 no segmento de planos privados de assistência à saúde, feito pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), médicos de todo o Brasil estão preocupados com o impacto dessa informação na assistência e na promoção à saúde de seus pacientes. É importante salientar que o saldo negativo é o pior resultado da série histórica que começou em 2001. Tal cenário negativo é a consequência de três anos de pandemia da Covid-19, alta da inflação e afastamento de investidores. Quem sofre são os usuários de convênios e os médicos que lidam diretamente com eles, com burocracia e até descredenciamentos.
Fonte: Medicina S/A, em 14.06.2023