A tabela resume a evolução do faturamento do mercado segurador brasileiro em dois anos distintos – 2006 e 2016 -, separando por tipos de ramos de seguros.
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Ramos (R$ milhões) |
2006 |
2016 |
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Auto (sem DPVAT) |
13.338 |
32.560 |
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Pessoas (sem VGBL) |
9.404 |
34.231 |
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Saúde |
9.112 |
36.030 |
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Patrimonial |
4.993 |
12.964 |
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Demais |
7.108 |
16.356 |
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Total |
43.955 |
132.141 |
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Ramos (Composição %) |
2006 |
2016 |
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Auto (sem DPVAT) |
30% |
25% |
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Pessoas (sem VGBL) |
21% |
26% |
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Saúde |
21% |
27% |
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Patrimonial |
11% |
10% |
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Demais |
16% |
12% |
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Total |
100% |
100% |
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Ramos (Evolução) |
2006 |
2016 |
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Auto (sem DPVAT) |
100 |
244 |
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Pessoas (sem VGBL) |
100 |
364 |
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Saúde |
100 |
395 |
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Patrimonial |
100 |
260 |
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Demais |
100 |
230 |
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Total |
100 |
301 |
A partir daí, podemos concluir:
- Em 2016, o setor de seguros faturou R$ 132 bilhões - sem considerar a receita do seguro DPVAT e do VGBL. Em 2006, esse número foi R$ 44 bilhões. Ou seja, no período, uma evolução de 200%.
- Como comparação, nesse mesmo período, o IGPM cresceu 89%; o IPCA, 82%; o dólar comercial, 60%. Ou seja, o mercado de seguros brasileiro superou com folga esses indicadores.
- Porém, esse aumento não foi uniforme. O seguro saúde cresceu 295%, o seguro de pessoas variou 264%, enquanto que o seguro de automóvel variou 144%.
- Essa diferença de taxas resultou em mudanças nas posições dos ramos. Em 2006, o automóvel liderava o setor com 30% do total da receita. No ano passado, o valor foi 25%. Nesse mesmo período, o segmento de pessoas passou de 21% para 26%. O destaque foi para o seguro saúde, de 21% para 27%.
- Ou seja, em 10 anos, o ramo de saúde se tornou líder no faturamento no mercado segurador brasileiro!
Fonte: Francisco Galiza/Rating de Seguros, em 18.05.2017.