Por Carolina Neves Carvalho
Avanços tecnológicos da Inteligência Artificial, catástrofes naturais cada vez mais severas e tensões geopolíticas constantes vão obrigar o setor segurador a reinventar produtos e modelos operacionais
A instabilidade geopolítica e económica atual, bem como o aumento e severidade de catástrofes naturais, vão ditar os próximos passos do setor segurador. Se juntarmos a isso a evolução tecnológica e a necessidade constante de implementar estes instrumentos nas operações do setor, obtemos uma imagem de uma indústria em transformação profunda. As expectativas dos consumidores e a regulação dos organismos de supervisão vão igualmente condicionar a forma como os seguros serão pensados e executados.
A aposta na Inteligência artificial
Atualmente, a Inteligência Artificial (IA) já está a ser utilizada no setor segurador. António Castro, CEO e cofundador da Frank – insurtech portuguesa especializada em IA e robótica -, explica que já existem três dimensões da IA que estão a ser aplicadas, são elas a “IA generativa, preditiva e agentes inteligentes”.
Fonte: ECO Seguros, em 12.01.2026