Consumir, poupar, investir, endividar-se são exemplos de comportamentos econômicos realizados por seres racionais, porém, por vezes, a interferência de “atalhos mentais” e “armadilhas emocionais” resultam em escolhas equivocadas que desconsideram os reflexos ao longo prazo. Mas afinal por que decisões que são tão importantes, como a promessa de gastar menos, economizar mais, começar a contribuir para a Previdência Complementar ou, fazer aquele aporte, são adiadas? No curso “A Psicologia Econômica no Ambiente da Previdência Complementar”, que acontecerá em 25 de julho, com a especialista Luciane Fagundes, será possível entender como este e outros comportamentos relacionados à psicologia econômica podem ser tão prejudiciais para o planejamento financeiro e quais soluções, considerando os fatores cognitivos e emocionais envolvidos no processo de escolha, podem auxiliar a conscientização dos participantes e trazer conhecimentos que possam aumentar a efetividade dos programas de educação financeira e previdenciária. O participante terá 8 pontos creditados no PEC do ICSS. Se inscreva em: http://www.uniabrapp.org.br/seg_conceitos3.htm
Fonte: Diário dos Fundos de Pensão, em 21.07.2017.