Por Lu Aiko Otta e Guilherme Pimenta
Para Marcos Pinto, secretário de Reformas, avanços regulatórios geraram frutos
O mercado de capitais ultrapassou pela primeira vez, no ano passado, o bancário como fonte de financiamento das empresas brasileiras. “Tivemos um ano extraordinário”, disse ao Valor o secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Pinto. As emissões estão em volume recorde, tendo alcançado R$ 677,3 bilhões até novembro, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
Houve sucesso em dois objetivos: fomentar o mercado de capitais e reduzir o “spread” bancário. No mercado de capitais, o spread está em 1,7%. No bancário, chegou a 8,4%, o que representa redução em relação aos 10% que eram praticados quando 80% do crédito dependia dessa fonte.
Fonte: Valor Econômico, em 02.01.2025