A Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde – ABRAIDI – concluiu um estudo setorial, no ano passado, mensurando três importantes distorções que comprometem o fluxo de caixa e a saúde financeira das empresas fornecedoras de equipamentos e material para a saúde. Os problemas somados representam 50% do custo de operação das companhias, sendo que R$ 484,1 milhões são faturamentos postergados por hospitais e operadoras que, em média, ultrapassam 120 dias para quitar débitos; outros R$ 160,6 milhões são glosas praticadas de forma injustificada para procedimentos previamente autorizados; e, por fim, R$ 789 milhões são os valores de inadimplência, ou seja, não recebidos há mais de 180 dias após o faturamento. As perdas financeiras totalizam R$ 1,379 bilhão.
Fonte: Saúde Business, em 28.01.2021