Neste novo cenário econômico, a Gerente Comercial da Itaú Asset Management, Gabriela Thomazoni, destacou a relevância da escolha dos gestores e da composição das carteiras das entidades para obter ganhos satisfatórios. “A seleção de gestores ganha importância nesse contexto, sobretudo quando falamos de produtos de renda variável e estruturados”, disse, ao participar do painel sobre gestão em cenários de incertezas, na série de Encontros Regionais.
Para a carteira de renda variável, a especialista recomenda uma composição balanceada entre gestão ativa (alfa) e passiva (beta). A gestão passiva tem a vantagem do menor custo de administração, enquanto a carteira ativa busca maiores ganhos, principalmente com produtos que utilizam a análise fundamentalista, o custo de oportunidades e a gestão de caixa.
Alexandre Augusto da Cruz, Portfolio Manager de RV da Santander Asset Management, também recomendou a alocação em fundos com análise fundamentalista, ou seja, que alocam em ações de empresas com fundamentos sólidos e com boa perspectiva. Aliado a esta estratégia, concordou com a utilização de alocações táticas e de caixa para impulsionar os ganhos dos produtos de renda variável.
O gestor da Santander Asset relacionou os fundamentos positivos da economia brasileira com o potencial de valorização da Bolsa. “Temos uma boa perspectiva de crescimento da economia para 2019 que ainda não está refletido no preço dos ativos de renda variável”, analisou. Por isso, recomendou o aumento da alocação em Bolsa pelas entidades, seguindo a linha dos demais gestores que participaram do painel.
A série de encontros já passou pelas regionais Nordeste, Sul, Sudeste, Sudoeste e Leste. O último evento será realizado na Regional Centro-Norte amanhã, 3 de maio. Os Encontros Regionais contam com o patrocínio plus da Bradesco Asset Management, Mongeral Aegon; patrocínio basic do Itaú e Santander Asset Management; e co-patrocínio da BlackRock.
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Fonte: Acontece Abrapp, em 02.05.2018.