O ano de 2026 impõe um novo patamar de complexidade para a gestão financeira das instituições de saúde. Custos assistenciais elevados, margens pressionadas, maior rigor na concessão de crédito e prazos de recebimento cada vez mais longos tornam a captação de recursos um tema estratégico – e não mais operacional.
Nesse cenário, depender exclusivamente do crédito bancário tradicional tende a limitar o crescimento e aumentar o risco financeiro. Instituições que desejam investir, expandir, modernizar estruturas ou reorganizar passivos precisarão adotar estratégias mais sofisticadas de estruturação financeira.
Fonte: XVI Finance, em 02.02.2026.