Por Denise Bueno
Setor conta com cerca de 700 empresas, o que faz dele um dos mais pulverizados do mundo
A pandemia pegou o segmento de saúde suplementar em meio a uma grande revolução já em curso nos últimos anos. Maior concorrência, planos mais acessíveis, segmentação de coberturas e melhor eficiência operacional são medidas que podem ajudar a ampliar o acesso à saúde para a população brasileira em 2022, segundo os principais porta vozes do segmento, que atende quase 50 milhões de beneficiários.
Vera Valente, diretora executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), conta que para melhorar o acesso, o setor necessita da atualização criteriosa do marco legal da saúde suplementar do país, cuja legislação em vigor data de 1998. “Entre as mudanças necessárias estão maior segmentação, novos modelos de franquias e coparticipação; e mais liberdade para a comercialização de planos individuais, com regras competitivas para precificação e reajustes”.
Fonte: Valor Econômico, em 07.04.2022