Proposta de criação de planos de saúde apenas de consultas e exames, sem cobertura de internações, atendimentos de urgência, emergência e tratamentos, mobiliza diversas organizações em defesa dos consumidores que alertam para retrocesso e graves consequências para a saúde pública
A proposta da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) de criar um novo plano de saúde ambulatorial apenas com consultas e exames, sem a cobertura de internações, atendimentos de urgência, emergência e terapias, que ganhou força nos últimos meses, tem mobilizado diversos segmentos da sociedade brasileira que alertam sobre os riscos à saúde da população.
Grupos e representantes de diferentes áreas, como o âmbito jurídico, pesquisadores, órgãos de defesa do consumidor e até mesmo os próprios servidores da ANS têm se posicionado contrários aos novos planos, advertindo que a proposta se constitui como um retrocesso e não respeita a legislação vigente.
Fonte: Medicina S/A, acessado em 02.04.2025