Ao personalizar diagnósticos e terapias, medicina de precisão potencializa tratamentos e permite reavaliar respostas a doenças
Por Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein e Estadão Blue Studio
Uma revolução está em curso na medicina. O uso de dados e de inteligência artificial, por meio da medicina de precisão, já tem garantido respostas eficazes em diversas especialidades, com exames e tratamentos disponíveis aos pacientes em centros de excelência. Com base na análise dos dados genéticos ou de imagem de cada indivíduo, além de outros determinantes, como estilo de vida e o ambiente em que a pessoa está inserida, a medicina de precisão se tornou realidade palpável na oncologia e na hematologia, e tem mostrado cada vez mais seu potencial em áreas como cardiologia, neurologia, psiquiatria e reumatologia, ajudando, por exemplo, a identificar o risco de desenvolvimento de doenças, de cardiopatias a Alzheimer.
“Com um crescimento no volume de dados sobre o indivíduo e sobre a coletividade, e com o sequenciamento genético, começamos a olhar o indivíduo com uma lupa. Isto é, a pessoa não é só um adulto de 50 anos. Sabemos que seu pai e sua mãe têm determinadas doenças, que ela vive em um ambiente específico e tem um estilo de vida próprio e tem um mapa genético com certas características”, observa Eliézer Silva, diretor do Sistema de Saúde do Einstein.
Fonte: O Estado de S. Paulo, em 31.08.2023