Por Rita Azevedo
Impacto de dois meses de chuvas no RS para o setor foi semelhante aos mais de R$ 7 bi de dois anos de pandemia
As mudanças climáticas, que têm aumentado a ocorrência e a gravidade de eventos como chuvas, ondas de calor e seca, começam a forçar uma transformação na maneira como as seguradoras gerenciam os riscos. A percepção é que esse talvez seja o “elefante na sala” com o qual eles devem aprender a lidar de forma urgente.
O ajuste é necessário porque o cenário que parece ser o novo normal desafia o modelo de negócios do setor. “O que estamos observando são eventos que antes ocorriam uma vez a cada cem, 200 anos passarem a ser mais frequentes. Isso é um aumento de risco e, quando se aumenta o risco, o preço do seguro sobe.
Fonte: Valor Econômico, em 13.09.2024