Por Simone Goldberg
Segunda onda da pandemia encolhe números e as empresas buscam saída na regionalização e produtos mais acessíveis para PMEs
Os resultados do primeiro trimestre de 2021 das seguradoras e operadoras de planos de saúde que publicaram balanços retratam o impacto financeiro que a segunda onda da covid-19 provocou, com mais jovens infectados, ocupando por mais tempo leitos de UTI, e a retomada de procedimentos de rotina. Com exceção da Bradesco Saúde, cujo lucro líquido saltou 72,5%, de R$ 182 milhões para R$ 314 milhões, puxado por receita financeira, os números encolheram em outras quatro companhias, até o fechamento desta edição: a Notredame Intermédica registrou prejuízo de R$ 27,9 milhões; na Hapvida, o resultado líquido de R$ 151,8 milhões recuou 7,7%; na SulAmérica, o lucro de R$ 54 milhões diminuiu 22,9%; na comparação com o primeiro trimestre de 2020.
Fonte: Valor Econômico, em 31.05.2201