Por João Marcelo dos Santos e Ana Paula Costa
A COVID-19 está na lista dos eventos mais desafiadores da humanidade e de seus sistemas de bem estar e de proteção desde que começamos a escrever a história.
A falta de paradigmas e precedentes, por sua vez, gera reações cujo grau de amadurecimento e correção técnica é bastante heterogêneo.
Mesmo no tocante aos tratamentos dos doentes, vemos visões incompatíveis supostamente fundamentadas em ciência sobre o que devemos fazer.
Especificamente no que se refere ao setor de seguros brasileiro, logo no início da crise, foi proposto que as seguradoras cobrissem perdas relacionadas à COVID-19, mesmo quando elas eram riscos expressamente excluídos. Pela própria natureza das perdas em questão e pela natureza humanitária da proposta, esta acabou sendo mais direcionada aos seguros de pessoas.
Fonte: Santos Bevilaqua, em 10.05.2020