Por Fabio Uchoa Montenegro
Instalou-se uma lamentável e desnecessária crise política paralela, decorrente de uma inaceitável batalha tão letal e virulenta quanto o próprio coronavírus, referente ao uso ou não de medicamentos com os princípios ativos conhecidos por Cloroquina e a Hidroxicloroquina
Em meio a grave e letal pandemia produzida pelo coronavirus SARS CoV-2 que vem atingindo praticamente todos os países do planeta e se propagando numa verdadeira progressão geométrica e em velocidade astronômica jamais vista antes, cujo número de pessoas infectadas já se aproxima de 2 milhões, com cerca de mais de 100 mil mortos, instalou-se uma lamentável e desnecessária crise política paralela, decorrente de uma inaceitável batalha tão letal e virulenta quanto o próprio coronavírus, referente ao uso ou não de medicamentos com os princípios ativos conhecidos por Cloroquina (chloroquine) e a Hidroxicloroquina (hydroxychloroquine), já existentes para o combate de outras doenças, como a malária, a artrite e o lúpus, etc.
No mesmo sentido, grande parte da mídia traindo o seu direito/dever de informar a sociedade sobre o que há de verdade sobre o uso ou não dessas substâncias, passou deliberadamente a se posicionar de forma contrária ao seu uso, limitando-se, assim, a mostrar apenas as informações que abonam o seu posicionamento político, ao mesmo tempo em que omite praticamente todas as informações em sentido contrário, mesmo com consideráveis histórias de sucesso (notadamente em outros países) ou quando, raramente, se manifesta relativamente ao posicionamento contrário ao seu, o faz de forma demasiadamente critica, totalmente destrutiva, deixando, assim, de informar, com isenção, os dois lados da moeda, prejudicando sensivelmente a população, especialmente nesse momento de pânico generalizado, lockdown, medidas de isolamento social, pessoas sem trabalhar, comércio fechado, queda da economia, aumento de milhares de infectados, com mortes crescentes a cada dia, etc.
Fonte: Migalhas, em 29.04.2020