Por Beth Koike
Diante do crescente custo do convênio médico, seguradoras de saúde e companhias com um número alto de funcionários têm usado a segunda opinião médica como mecanismo para reduzir despesas médicas. O que motiva as fontes pagadoras a apostarem nessa ferramenta é que muitos procedimentos de alta complexidade, como cirurgias, são considerados desnecessários após a avaliação de um segundo ou terceiro profissional. Estima-se que o custo do plano de saúde caia cerca de 10% após um ano de adoção da prática segunda opinião.
No Brasil, a iniciativa mais conhecida é a parceria da Bradesco Saúde que encaminha seus usuários com indicação de cirurgia de coluna para uma segunda avaliação com médicos do Hospital Albert Einstein. Dos casos avaliados, em pelo menos metade não foi preciso fazer a operação. O modelo lançado em 2011 virou "case" e ganhou adesão de outras seguradoras.
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Fonte: Valor Econômico, em 16.01.2017.