Informação é fundamental, mas de jeito nenhum prescinde de uma embalagem atraente. Nesses tempos em que o visual concorre cada vez mais com o conteúdo pela atenção dos leitores, uma diagramação convidativa ao mesmo tempo em que facilitadora da leitura torna-se uma exigência difícil de contornar. É por isso que o “Consolidado Estatístico” produzido pelo Núcleo Técnico da Abrapp mudou e está com lay out novo.
Mas essa não foi a única mudança. O conteúdo também cresceu, pois, afinal de contas, quanto mais informação de qualidade, melhor. E nesse particular o novo consolidado não vai decepcionar os seus leitores.
O produto, um dos mais tradicionais entre os oferecidos pela Abrapp ao seu quadro associativo, ao mesmo tempo em que de grande utilização pelo público externo, foi redesenhado, está com cores novas, mais agradável de ler. Os gráficos foram remodelados e passam agora uma sensação mais moderna. Ao mesmo tempo, o conteúdo foi ampliado, além de conservar a precisão de sempre.
E não são poucas as informações adicionadas. Incluiu-se um gráfico que traz a rentabilidade por trimestre, ficando disponível uma série histórica abrangendo os últimos cinco anos.
Há mais. O “Consolidado Estatístico” ganhou informações sobre alocação média dos investimentos de acordo com o porte da EFPC. É possível identificar os percentuais alocados em cada tipo de segmento e um gráfico busca ilustrar o quanto as EFPCs diversificam seus investimentos (investimento fora da renda fixa).
Agora, tem-se a evolução dos ativos dos planos instituídos segregando-os entre plano instituído em EFPCs instituidoras e plano instituído em EFPC multipatrocinadas.
Outro gráfico revela a participação por gênero dos participantes e assistidos, permitindo comparar dados do Brasil com os encontrados em países da OCDE - Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico.
Semestre - Em sua primeira edição sob o novo formato, já disponível no número de setembro/outubro da Revista Fundos de Pensão, o novo “Consolidado Estatístico” mostra que o conjunto das entidades registrou no segundo trimestre uma rentabilidade estimada de 3,66%, fechando o primeiro semestre com um retorno de 4,76%.
Os fundos de pensão encerraram o semestre com ativos da ordem de R$ 698 bilhões, valor equivalente a 14% do PIB brasileiro.
Fonte: ABRAPP, em 18.09.2014.