Por Ricardo Campos e Juliani Maranhão
Apesar das comparações com o open banking, há de se pensar nas particularidades do setor de saúde
No início deste ano, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou seus planos de implementar no país o chamado open health, com o objetivo de trazer maior concorrência ao mercado dos planos de saúde e de reduzir custos finais para os usuários. A ação estaria assentada em dois pilares: o assistencial, com a alimentação de um grande registro nacional de dados de saúde dos brasileiros, e o financeiro, com a possibilidade de que operadoras tenham acesso a perfis dos usuários e, a partir daí, ofereçam propostas adequadas às necessidades de cada um. Para o ministro, seguindo os moldes do open banking, adotado pelo Banco Central, o projeto traria maior eficiência, transparência e concorrência ao sistema de saúde, permitindo, ainda, que beneficiários negociassem condições mais favoráveis sem intermediações.
Fonte: JOTA, em 02.09.2022