No primeiro momento, Alexandre falou o surgimento do PDMS. “Ele nasceu de uma necessidade identificada de a gente ter um conjunto de ações ao longo de horizonte que possa desenvolver o setor de seguros a sua plena potencialidade. A gente que já milita no setor de seguros há algum tempo sempre ouve aquela visão que o setor de seguros é pouco conhecido no Brasil e poucas pessoas são protegidas pelos seus produtos. A partir desse diagnóstico, a gente desenvolveu um trabalho que contempla 65 ações que devem ser implementadas nos próximos 8 anos”, explicou.
Já no segundo momento, o executivo falou sobre os pilares que essas ações englobam. “O primeiro pilar é a imagem do seguro, pois é pouco conhecido pela população e era visto como um setor muito conservador; O segundo pilar é a questão da distribuição, uma dificuldade encontrada foi chegar nas camadas menos favorecidas da população; O terceiro ponto é parte de produtos, uma nova forma que apresentar os produtos já existentes; E, por fim, o último pilar é da eficiência regulatória, o setor de seguros, como em todo lugar do mundo, é uma atividade regulada e assim deve ser, o que a gente preconiza é que essa regulação deva apoiar o desenvolvimento do setor”, concluiu.
Fonte: CNseg, em 25.04.2023