Usados no Brasil de forma ainda tímida, os acordos de compartilhamento de risco para remédios de alto custo protegem os cofres públicos, porque evitam despesas com medicamentos que eventualmente se comprovam sem eficácia.
É o que explica Pablo Meneses, presidente do Instituto Consenso, que falou sobre o assunto à revista eletrônica Consultor Jurídico durante o XIV Fórum de Lisboa, neste mês.
Meneses, que é vice-presidente da Rede D’Or, avalia que a Europa se encontra em um estágio mais avançado de regulação e legislação do setor da saúde em comparação ao Brasil. Na visão dele, a governança europeia para a indústria farmacêutica é um exemplo a ser seguido para viabilizar o acesso da população a terapias inovadoras e de alto custo.
Fonte: ConJur, em 22.06.2026