Por Lígia Formenti
Descompasso no discurso entre governo e ANPD deixa claro haver ainda um longo caminho para a integração
A inteligência artificial na saúde pode tornar diagnósticos mais precisos, ajudar a identificar riscos sanitários, ser um mecanismo para aprimorar a gestão do setor. Mas também pode acentuar desigualdades, aumentar o preconceito e se transformar em uma ferramenta para perfilização – a análise dos dados para identificar comportamentos, o consumo e, a partir da combinação de informações avaliar condições de saúde, por exemplo. Como reduzir os riscos do uso inadequado e qual a urgência em se resolver a questão?
Fonte: JOTA, em 20.04.2023