“Isso é bom, é um passo importante em um mundo cada vez mais globalizado”, nota Hélio Corazza, responsável por normativos do CFC – Conselho Federal de Contabilidade, ao comentar as análises que estão em andamento sobre a adaptação das EFPCs às normas contábeis internacionais e cujas conclusões serão examinadas em reunião que o Colégio de Coordenadores das Comissões Técnicas Regionais de Contabilidade da Abrapp fará, com a participação da ANCEP, no dia 13 de setembro. Corazza acredita que esses estudos serão da maior importância para o desenho das normas que ainda estão por vir.
A análise das normas está sendo feita pelas diferentes comissões regionais, cada uma cuidando de alguns normativos, para que ao final, através da contribuição de todas, se tenha em visão geral a ser formada na reunião do Colégio de Coordenadores.
À Comissão Regional Sul está cabendo a CPC 01 e mais uma, seguindo-se o seguinte: Sudoeste – CPCs 03 e 04; Sudeste - CPCs 05, 12 e 33; Leste - CPCs 23 e 24; Nordeste – CPCs 25 e 27; Abrapp – CPCs 26 e 07; e Centro Norte – CPCs 28 e 30.
A ideia, resume Geraldo de Assis Souza Júnior, Conselheiro da ANCEP e Secretário-executivo do Colégio de Coordenadores das CTRs de Contabilidade, é buscar a maior convergência possível às normas internacionais, mas o próprio Geraldo diz não acreditar, a exemplo de outros estudiosos, que se vá conseguir um alinhamento quase total. “O nosso sistema possui particularidades que dificultam uma convergência desse tipo”, lembra Geraldo, observando ser naturalmente uma exigência da própria Previc que os normativos da autarquia e os do CNPC passem na frente de qualquer outro internacional.
Ainda que, observa Geraldo, seja da maior importância que as entidades fechadas estejam o mais alinhadas possível às suas patrocinadoras, que seguem as normas globais na medida em que recebem aportes de investidores estrangeiros.
Fonte: ANCEP Notícias, em 17.08.2018.