A maior rentabilidade desde 2013. Os Planos Previdenciários da CELOS fecharam 2018 com rentabilidade superior à meta atuarial, ultrapassando a marca de 10%. Os resultados – Plano Misto com 10,42% e Transitório, com 10,65% – corresponderam a mais de 160% do CDI, entre janeiro e dezembro de 2018, ou seja, superior à maioria dos investimentos disponíveis no mercado. No comparativo de desempenho com outros planos de previdência, realizado pela Aditus Consultoria, que considera dados de 113 entidades de previdência, planos com característica similar ao Misto rentabilizaram 8,76% e ao Transitório 9,30%, o que demonstra o bom desempenho dos planos administrados pela CELOS.
“Esse excelente resultado comprova o sucesso das mudanças estruturais realizadas na gestão de riscos e na carteira de investimentos da CELOS”, avalia o Diretor Administrativo-Financeiro, Henri Claudino. Nos últimos anos, houve uma redução da exposição ao risco de crédito (risco do emissor não honrar com suas obrigações financeiras) e liquidez (risco de perda pela incapacidade de liquidar determinado ativo no tempo necessário) para aumento da exposição em risco de mercado. O risco de mercado decorre das condições econômicas, que passam por alterações nas taxas de juros e câmbio, por exemplo, e afetam a economia.
No desempenho mensal ao longo de 2018, o mês com pior desempenho foi maio, mas por consequência da greve dos caminhoneiros e o aumento da instabilidade política e econômica, o que afetou o mercado. Mesmo assim, o resultado mensal da CELOS foi consideravelmente superior às fortes desvalorizações dos mercados, em especial da bolsa de valores, o que demonstrou a consistência da carteira de investimentos.
O Diretor da CELOS analisa que é cada vez menor o risco de perdas com investimentos de crédito privado e fundos de participação (FIP), bem como é notável o aumento na liquidez da carteira, o que permite uma gestão mais ativa, com possibilidade de realocações mais ágeis em situações de mudança do cenário econômico. “Passamos por um ano marcado por grande volatilidade, incertezas e desafios e 2019 não deverá ser diferente, enquanto o país não obtiver sucesso quanto às reformas mais estruturais necessárias para a continuidade do seu crescimento”, projeta Henri.
Fonte: CELOS, em 06.02.2019.