Presidente da FenaSaúde fala para consumidores amazonenses sobre uso consciente do plano de saúde
Promover um maior dialogo entre as empresas seguradoras e Procons estaduais e municipais é o principal objetivo dos Colóquios promovidos pelas Comissões de Relações de Consumo e de Ouvidoria da CNseg.
Esta é a terceira edição do Colóquio de Proteção do Consumidor de Seguros, que já passou pelos estados do Mato Grosso e do Paraná. Dessa vez, a região norte do Brasil será a anfitriã do evento, realizado nos dias 18 e 19 de outubro em Manaus.
O encontro vai reunir representantes de entidades relacionadas aos assuntos e consumeristas (PROCONS, Ministérios Públicos, Defensoria Pública, OAB e ouvidorias). E serão discutidos temas de relevância como seguros de saúde, vida, automóvel, previdência, telefones e garantida estendida que serão debatidos em painéis pelos participantes, após a abertura do evento.
O governador do Amazonas, José Melo de Oliveira, fará a abertura do 3º Colóquio, que contará ainda com as presenças de Claudia Francisca Silvano, diretora do Procon-PR, presidente da Associação Procons Brasil; Rosely de Assis Fernandes, secretária executiva do Procon Amazonas e Diretora da Associação Procons Brasil para a Região Norte; Ricardo Morishita Wada, presidente do Instituto de Pesquisas Jurídicas e Sociais; Alexandre Henriques Leal Neto, superintendente executivo técnico da CNseg; e Maria Elena Bidino superintendente de Acompanhamento de Conduta de Mercado da CNseg.
Em sua apresentação, Solange Beatriz Palheiro Mendes, vice-presidente da CNseg e presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), pretende debater as principais dúvidas dos beneficiários de planos de saúde como: período de carência e reajustes anuais e por mudança de faixa etária e chamar a atenção dos consumidores para os desafios da saúde suplementar. “Verificamos, em alguns casos, que o consumidor desconhece o que está definido em contrato ou na Lei, por isso, encontros como esse são de fundamental importância para promover transparência das informações. Precisamos fazer com que o beneficiário se sinta parte dessa cadeia de valores da saúde suplementar”, argumentou Solange Beatriz.
Fonte: CNseg, em 14.10.2016.