Por Bruna Chieco

A Comissão de Fomento da Previdência Complementar Fechada (Cofom) realizou a primeira reunião do ano nesta quinta-feira, dia 5 de fevereiro, em Brasília, marcando a retomada dos trabalhos do colegiado após quase um ano desde o último encontro, realizado em janeiro de 2025.
O Diretor-Superintendente da Previc, Ricardo Pena, iniciou a reunião com a apresentação dos novos membros da Cofom, nomeados pela Portaria Previc nº 1.192/2025, incluindo a nova coordenadora, Raquel Lamb Lautert, coordenadora-geral de Projetos e Relações Internacionais da autarquia. Participaram da reunião, além dos membros da Cofom, diversos diretores da Previc.
Instituída pela Portaria Previc nº 1.156, de 21 de dezembro de 2023, como instância de caráter consultivo, a Cofom é voltada ao desenvolvimento e fomento da previdência complementar fechada no Brasil e tem como principal finalidade identificar questões que apresentem limitações operacionais aos planos previdenciários.
Desde sua instituição, a Cofom realizou cinco reuniões, sendo dividida em três subcomissões com o objetivo de produzir e implementar ações relacionadas ao tema de fomento do setor. No encontro desta quinta-feira, foram apresentadas as propostas elaboradas pelas subcomissões, seguidas pela apresentação das propostas da própria Previc, conduzida pela coordenadora.
Segundo Raquel, o encontro foi uma oportunidade de debater as propostas elaboradas pelos grupos de trabalho e pela Previc. “O meu compromisso é contribuir com a finalização desse plano e com ações efetivas, com impacto positivo e duradouro, voltadas ao fortalecimento da previdência complementar fechada”, disse.
Como próximos passos, foi agendada uma nova reunião para o final de fevereiro, quando será realizado debate aprofundado sobre cada uma das propostas elaboradas. O objetivo é consolidar um documento que será submetido a uma consulta pública e, posteriormente, pautar as ações de fomento que serão ratificadas e absorvidas a partir das sugestões apresentadas pelos subgrupos de trabalho.
“Precisamos ter um plano em conjunto, com uma ideia de médio e longo prazo para a execução e finalizar a discussão no grupo, com um planejamento do fomento, deliberação e audiência pública que discuta com o setor e a sociedade”, disse Ricardo Pena. “Acredito que esse instrumento é capaz de nos colocar, todos juntos, na mesma direção para desenvolver o regime de previdência complementar”, completou.
Fonte: Abrapp em Foco, em 05.02.2026