Seguro para Reforma: proteja sua obra pequena sem dor de cabeça

- Reformar a casa ou começar uma obra, mesmo pequena, é sonho de muita gente - mas e os imprevistos?
- Um Seguro de Riscos de Engenharia é como um escudo amigo para proteger seu bolso e evitar dores de cabeça durante todo o processo, desde reformas no apê até ampliações simples.
Por que contratar um Seguro de Riscos de Engenharia?
Toda obra tem seus riscos, grandes ou pequenos: um temporal que estraga materiais, um acidente com ferramentas que cai no carro do vizinho ou até um erro na execução que para tudo. Ele cobre danos físicos repentinos à obra (como colapso ou incêndio), despesas extras (tipo remoção de entulho) e até proteção para equipamentos no canteiro.
O melhor? Serve para qualquer tamanho de projeto, não só para megaempreendimentos, ideal para famílias como a sua em Rio de Janeiro, onde chuvas fortes são comuns.
Luciano Martins, presidente da comissão de Riscos de Engenharia da FenSeg, explica de forma simples: "Mesmo em reformas residenciais, um probleminha pode virar prejuízo enorme. O seguro entra no planejamento desde o dia 1, cobrindo o que der errado".
Coberturas essenciais do Seguro de Riscos de Engenharia (e como escolher)
Aqui vai o que você precisa saber em uma tabelinha prática:
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Cobertura principal |
O que protege |
Exemplo |
Dica para contratar |
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Danos materiais à obra |
Estruturas, materiais e máquinas durante a execução |
Chuva destrói tijolos ou andaime cai |
Limite igual ao valor total da obra (R$ 50 mil para reforma média) |
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Responsabilidade Civil (RC) |
Danos a terceiros (vizinhos, pedestres, carros) |
Ferramenta fura telhado do lado ou machuca pedestre |
Essencial em áreas urbanas; cobre até R$ 1 milhão |
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Adicionais comuns |
Remoção de entulho, despesas extraordinárias, bens existentes |
Limpeza pós-acidente ou conserto de piso antigo |
Adicione se tiver mobília no local; custa pouco a mais |
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Interrupção de obra |
Perdas por atrasos (salários, aluguel de equipamentos) |
Greve ou falta de material para tudo |
Bom para prazos apertados |
Fontes, como o guia da FenSeg mostram que prêmios partem de 0,5% a 1,5% do valor da obra – ou seja, para R$ 100 mil, uns R$ 500 a R$ 1.500 no total, parcelado.
Passo a passo para contratar um Seguro de Riscos de Engenharia
- Planeje o orçamento: Some materiais, mão de obra e imprevistos (adicione 10-20%).
- Fale com um corretor: Ele avalia seu caso (ex.: obra em condomínio precisa de RC extra) e simula em seguradoras como Porto Seguro ou SulAmérica.
- Defina o período: Do dia que materiais chegam até a entrega final.
- Assine e relaxe: Notifique a seguradora se algo rolar – eles cuidam do resto!
Seguro de Riscos de Engenharia: dicas extras para economizar e evitar problemas
Em condomínios: Verifique regras, muitos exigem seguro para reformas.
Para pequenas obras: Opte por apólices "simples" ou "residencial", mais baratas.
Clima no RJ: Inclua cobertura para ventos e chuvas; eventos climáticos são comuns aqui.
PCD ou Taxistas: Algumas seguradoras dão descontos em reformas acessíveis.
Seguro não é gasto, é paz de espírito: imagina curtir a casa nova sem medo de uma obra virar novela?
A FenSeg tem um guia grátis e completo para baixar: https://fenseg.org.br/publicacoes/seguro-de-riscos-de-engenharia-o-que-e-como-e-quando-usar.
Aos 93 anos, Ary Fontoura foge da aposentadoria e leva a cultura do seguro para milhões de brasileiros
- Aos 93 anos recém‑completos, Ary Fontoura continua em tudo ao mesmo tempo agora: em novela reprisada, em filme inédito nos cinemas, em vídeos diários nas redes sociais e, desde o segundo semestre do ano passado, como uma das vozes mais potentes da campanha “Seguros pra Gente”, da CNseg.
- O artista rejeita a palavra aposentadoria, diz que “trabalhar é uma palavra que adoro” e segue usando humor, carisma e empatia para falar de futuro e proteção em plena terceira idade.
O ator que não para: novela, cinema e redes
Poucas semanas depois do fim de “Êta Mundo Melhor”, Ary já emenda o trabalho em “Velhos Bandidos”, longa em que contracena com Fernanda Montenegro e um elenco de veteranos em papéis principais. No filme, um casal de idosos decide assaltar um banco para reaver um dinheiro que lhes era devido, uma trama que brinca justamente com a ideia de velhice ativa, inconformada e cheia de planos.
Fora das telas tradicionais, ele se tornou fenômeno nas redes sociais, publicando esquetes diárias de humor de um minuto que lhe renderam quase 8 milhões de seguidores, somando Instagram e TikTok. “Não tenho parado de trabalhar e talvez eu esteja sendo mais procurado agora do que antes”, afirma, ao comenta em entrevista à Folha de São Paulo, que tem 78 anos de carreira e 61 só de Rede Globo.
Essa presença digital constante - somada ao respeito de várias gerações - é o que transforma Ary em ativo estratégico para qualquer marca que queira falar de futuro, responsabilidade e planejamento com um público amplo, inclusive o 60+.
“Aposentadoria é uma palavra da qual eu fujo”
Quando fala de trabalho, Ary é claro: ele não quer “fechar a porta”. Diz que está fisicamente bem, que cuida da saúde e que precisa continuar sonhando com novos papéis e projetos para que a vida tenha significado. “Aposentadoria é uma palavra da qual fujo, e trabalhar é uma palavra que adoro”, resume.
Ele reconhece as limitações impostas pela idade – longas jornadas de gravação exigem preparação, foco e vida regrada, mas afirma que o entusiasmo do fazer compensa os desafios. Sobre o futuro, fala em “inúmeros papéis que ainda gostaria de fazer” e admite a típica dúvida de quem leva a carreira a sério: “Será que vai dar tempo?”.
Do ponto de vista da narrativa setorial, Ary encarna exatamente a mensagem que o mercado de seguros tenta difundir: envelhecer com dignidade, autonomia e planos exige preparo, mas também imaginação – o lado lúdico, como ele chama.
Da comédia à educação financeira: Ary e a campanha “Seguros pra Gente”
É nesse contexto que, aos 92 anos, o ator foi escolhido para integrar o time de influenciadores da CNseg na campanha “Seguros pra Gente”. O contrato - firmado no segundo semestre de 2025 - prevê publicações nas redes sociais sobre educação e proteção financeira, previdência e vida, sustentabilidade e seguros, além de participação em evento da entidade e gravação de podcast.
Com quase 8 milhões de seguidores – 6,5 milhões no Instagram e 1,4 milhão no TikTok – Ary passa a ser peça‑chave da estratégia de democratização do acesso à educação sobre seguros, falando de temas como planejamento financeiro e proteção de um jeito leve e bem‑humorado. “Faço questão de reforçar em minha página que seguro é para todos. São temas pouco falados e mal explicados, mas quanto mais a gente aborda, mais pessoas entendem a importância do acesso democratizado ao seguro”, afirmou ao assumir o posto.
Ao lado de creators como Leo Kazuya e Marcus Nascimento, que já vinham trabalhando com a CNseg desde 2024 e tiveram seus contratos renovados, Ary completa um time que combina credibilidade, diversidade e nichos de público distintos – dos jovens que estão descobrindo a vida adulta aos seniores que se reconhecem na sua trajetória.
Credibilidade, alcance e o objetivo de levar o seguro a 10% do PIB
Para a área de Comunicação e Marketing da CNseg, a escolha por Ary une dois atributos centrais: confiança e alcance. A confederação tem uma meta clara dentro do Plano de Desenvolvimento do Mercado Segurador: levar o setor a 10% do PIB brasileiro, ampliando penetração e cultura de proteção.
Nesse cenário, as redes sociais deixam de ser apenas canal de entretenimento e passam a funcionar como ambiente de serviço público: mostrar, com exemplos concretos e linguagem acessível, que existe um produto de seguro para cada necessidade e que planejamento e proteção são fundamentais no dia a dia.
O protagonismo de um ator de 93 anos, com carisma e narrativa própria, reforça essa mensagem de forma orgânica, principalmente quando ele mira diretamente o público 60+ e convida as pessoas a entender que “enquanto há vida, há esperança” e que ele “ainda tem muita coisa para fazer”.
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Fonte: CNseg, em 23.03.2026