A semana no ‘Notícias do Seguro’: do Seguro Viagem ao álbum da Copa do Mundo
Recorde de viagens internacionais reforça importância do Seguro Viagem
Os brasileiros viajaram mais para o exterior em 2025. Segundo dados da ANAC, foram 28,4 milhões de viagens internacionais, alta de 13,4% na comparação com 2024.
Mas um dado chama atenção: cerca de 25 milhões de brasileiros deixaram o país sem contratar Seguro Viagem.
A ausência da proteção pode gerar custos elevados em situações inesperadas. O programa relembrou o caso da influenciadora Débora Rocha, que precisou de atendimento hospitalar nos Estados Unidos após ser mordida por um cachorro. Após vacinas e medicação, a conta médica chegou perto de R$ 84 mil.
“Dei graças a Deus que a gente tinha feito um Seguro Viagem.”
Para Nanci Rodriguez, membro da Comissão de Produtos de Risco da Fenaprevi, a escolha do seguro deve considerar o destino e o perfil da viagem:
“É essencial contratar um valor de cobertura adequado.”
Ela lembra ainda que atividades como mergulho, esqui ou trilhas exigem atenção especial às coberturas contratadas.
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Conexão Brasília: nova Lei do Seguro de Cargas mobiliza setor
Os desafios para implementação da nova Lei do Seguro de Cargas foram debatidos na Câmara dos Deputados durante seminário sobre transporte rodoviário.
Entre os principais temas esteve a ampliação da averbação eletrônica de cargas - sistema que automatiza dados como: nota fiscal, origem, destino e transportador.
Segundo Marcos Siqueira, presidente da Comissão de Transportes da FenSeg, o mercado segurador vem investindo fortemente em tecnologia para adaptação às novas exigências legais:
“Hoje o mercado de seguros está investindo muito em tecnologia, em sistemas.”
Ele também reforçou que o transportador autônomo deverá obrigatoriamente contratar seguro:
“O transportador autônomo de carga deve ter o seguro.”
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Você sabia? Seguro Cibernético ajuda empresas contra ataques hackers
Levantamento do Panorama do Risco Cibernético no Brasil 2026 mostrou que 45% dos ataques hackers ocorrem por falhas básicas de segurança, como senhas fracas.
O Seguro Cibernético pode auxiliar empresas em situações como: ataques virtuais, interrupção das atividades, danos à reputação e vazamento de dados.
Uma proteção cada vez mais relevante diante do crescimento das ameaças digitais.
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Mercado segurador brasileiro participa de debates climáticos em Londres
O setor segurador brasileiro estará presente na London Climate Action Week, no Reino Unido, em discussões sobre mudanças climáticas, financiamento sustentável e sustentabilidade.
A agenda é coordenada pela CNseg e busca ampliar a participação brasileira nos debates internacionais sobre resiliência climática.
O encontro acontece entre os dias 22 e 26 de junho.
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Tá na rede! Álbum da Copa vira “projeto financeiro”
A corrida para completar o álbum da Copa do Mundo 2026 tomou conta das redes sociais.
Com o aumento no preço dos pacotes de figurinhas, muitos colecionadores passaram a compartilhar estratégias de troca, cálculos de custos e formas de economizar.
O programa relembrou a evolução dos preços:
- 2002: R$ 0,50
- 2014: R$ 1
- 2018: R$ 2
- 2022: R$ 4
- 2026: R$ 7
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Aportes em previdência privada aberta caem 8% no primeiro trimestre do ano
Último relatório da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) constata que a arrecadação dos planos de previdência privada aberta somou R$ 41,3 bilhões nos três primeiros meses do ano, queda de 8% em relação ao mesmo período de 2025.
Os resgates caíram 10,2%, totalizando R$ 35,1 bilhões no período. Assim, a captação líquida- é resultado dos aportes subtraídos das retiradas- terminou o trimestre em R$ 6,2 bilhões, alta de 7,3% na mesma base de comparação.
Em março, considerando apenas a leitura mensal, esses planos administravam mais de R$ 1,8 trilhão em ativos, o que representa, aproximadamente, 14% do PIB do Brasil. Esse montante apresenta uma evolução de 13% quando comparado ao mesmo mês de 2025.
Segundo Edson Franco, presidente da Fenaprevi, apesar da queda nos prêmios e contribuições dos planos do tipo VGBL, a captação líquida do setor no trimestre foi positiva por conta da redução no volume de resgates neste início do ano. Mesmo assim, ele diz que as estimativas de retração da arrecadação permanecem válidas para o restante do ano.
“Isso ocorre em função da cobrança do IOF, que comprovadamente configurou um desincentivo ao comportamento previdente dos brasileiros. Em vez de estimular a poupança para a longevidade, a medida direcionou o dinheiro para o consumo ou para aplicações de curto prazo", destacou, lembrando que a previdência privada (especialmente o VGBL) é o principal financiador da Dívida Pública Mobiliária Federal”.
Preocupação com o futuro
No relatório também foi demonstrado que 11,2 milhões de pessoas possuem pelo menos um plano de previdência privada aberta no Brasil. Ainda em março de 2026, eram 13,6 milhões desses planos, dos quais 79% eram da modalidade individual, ou seja, quando a preocupação na contratação parte de uma pessoa.
VGBL: preferido dos planos e campeão de aportes
No primeiro trimestre de 2026, foram aportados nos planos Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) R$ 37,6 bilhões, distribuídos em 8,6 milhões de planos. Já outros 3,2 milhões do Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) receberam 8% dos total de prêmios e contribuições do período. Aproximadamente, 1,5% da captação bruta se refere a 1,9 milhão de planos do tipo Tradicional (divididos em Tradicionais de risco, Acumulação e FAPI).
Fonte: CNseg, em 15.05.2026