
Sabe as placas usadas para evitar invasores, aquelas que anunciam cão feroz na residência? Pois elas se tornaram um tormento para os segurados que eventualmente têm a casa furtada... no Reino Unido.
Tudo porque as seguradoras britânicas torcem o nariz para essa iniciativa de dar publicidade à presença de cães na residência. Elas entendem que, em vez de afugentar, a placa contribui para despertar a cobiça dos ladrões, por entender que a casa tem itens valiosos.
O resultado disso é que as seguradoras podem negar o pagamento do sinistro, caso não haja sinais de arrombamento, algo comum, já que os ladrões, em diversos casos, utilizam aquelas abas para cães e gatos para acessar as residências. As abas para cães maiores chegam a ter 23 polegadas.
A presença de pets é também um sinal de que as residências não dispõem ou mantêm desativados os alarmes de sensor de presença, já que a movimentação dos próprios animais é capaz de acioná-los seguidas vezes.
Especialistas recomendam aos segurados lerem as regras sobre a presença de pets nas residências antes da contratação dos seguros residenciais.
Os furtos a residência geram, em média, perdas de 2,3 mil liras esterlinas, mas pelo menos 23% dos pedidos são rejeitados pelas seguradoras, de acordo com órgãos de defesa do consumidor do Reino Unido.
Além do risco de ter o pedido de indenização negado, uma coisa é certa para os segurados que tiveram a casa furtada, provavelmente escolhida pela presença de cães: o valor do seguro residencial será agravado na próxima renovação do contrato, mesmo que o segurado busque outra companhia para assumir os riscos.
Isso se deve ao fato de, na fase de tratativas do contrato, a seguradora adicionar uma sobretaxa nos prêmios de segurados que tenham apresentado sinistro recentemente. Em média, um adicional de mais de 50%. Ou seja, considerando os valores médios anuais na faixa de 300 liras esterlinas, representa um desembolso adicional de 150 liras.
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O verão chegou e as férias escolares também, e é o momento perfeito para planejar aquela viagem tão esperada. Mas, além do protetor solar e dos óculos de sol, tem um detalhe crucial que você não pode esquecer: o Seguro Viagem.
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O Seguro Viagem pagou mais de R$ 426 milhões aos viajantes nos primeiros dez meses de 2023, um aumento significativo comparado ao ano passado, de acordo com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). O mês de outubro viu quase R$ 50 milhões em indenizações, uma subida de 35,7% em relação a 2022.
Com a perspectiva de iniciativas governamentais para reduzir o preço dos voos e incentivar o turismo, a CNseg antecipa um crescimento de 11,3% na procura pelo Seguro Viagem em 2024.
Portanto, ao planejar sua próxima viagem, lembre-se que a cobertura certa pode fazer toda a diferença. Viaje com segurança, viaje com tranquilidade, viaje segurado.
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Fonte: CNseg, em 10.01.2024