Por Ernesto Tzirulnik
O Brasil atravessa tempos duros e é preciso otimizar os instrumentos econômicos capazes de contribuir para o bem-estar das pessoas e das empresas. Os seguros privados têm essa função e não podem ser descurados sob pena de aumentarmos os sacrifícios individuais, sociais e empresariais. Hoje, discute-se como os seguros de massa e de vida podem atenuar as perdas causadas pela circunstância de pandemia. As seguradoras de vida, no ano passado, quase todas, reconheceram que a pandemia não constituía uma causa de morte e sim uma condição ou conjuntura em que mais mortes sobreviriam, com aumento suportável de sinistralidade. Apenas algumas seguradoras resistiram aos pagamentos de capitais segurados em sinistros associados à pandemia.
Fonte: O Estado de S. Paulo, em 05.04.2021