Antes da pandemia da Covid-19, a adesão à telemedicina na América Latina era muito baixa em comparação com a América do Norte. Nos Estados Unidos, por exemplo, 25% dos atendimentos básicos já aconteciam por meio de teleconsultas em 2002. Hoje, a previsão é que em até 2025, o mercado de telemedicina nos Estados Unidos movimente US$ 64 bilhões, como aponta o estudo do Global News Wire.
No Brasil, as operações de telemedicina só se popularizaram em abril de 2020, mas sem marcos regulatórios legais, apenas com uma base regulatória de caráter exclusivamente emergencial. Mesmo assim, de acordo com a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), mais de 6 milhões de pessoas realizaram teleconsultas durante a pandemia. De acordo com o órgão, 90% desses pacientes conseguiram resolver os seus problemas de casa.
Fonte: Portal Hospitais Brasil, em 11.08.2022