Por Fernando Aith
Caso escancara a politização desta autarquia que deveria ser técnica e republicana
O Conselho Federal de Medicina (CFM) apresenta-se como a vanguarda do atraso no que se refere ao uso do canabidiol (CBD) no Brasil e escancara a politização da entidade, que deixou de ser uma instituição do Estado para se tornar braço operacional de políticas equivocadas do governo atual.
A publicação da Resolução 2.324 pelo CFM, no último dia 11 de outubro, causou espanto, decepção e surpresa.
Depois do lamentável papel do CFM no que diz respeito à pandemia da Covid-19 no Brasil, sobretudo no que se refere à liberação indiscriminada do uso da cloroquina para tratamento da Covid-19, mesmo contra as evidências científicas e diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Conselho volta a decepcionar o país com mais uma decisão que contraria as melhores evidências científicas do mundo.
Fonte: JOTA, em 21.10.2022