O aumento nas incertezas do mercado externo, como discussões entre Estados Unidos e China, em conjunto com a fraca retomada da atividade econômica global e a consequente alta do dólar, pesaram negativamente nas bolsas de valores e nos preços dos títulos públicos dos países emergentes, incluindo o Brasil.
Por consequência, os Planos da CELOS também refletiram este cenário, mesmo que em proporção mais reduzida, por possuir uma carteira equilibrada.
O segmento de Renda Variável foi o principal responsável pelos resultados, reflexo do Ibovespa negativo em 0,67%. Outro fator impactante foi o retorno negativo dos títulos públicos marcados a mercado e a deflação do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado).
No entanto os Fundos Multimercado Estruturado e os títulos públicos marcados na curva tiveram resultado positivo. Mesmo neste contexto o Plano Transitório manteve a rentabilidade positiva em 0,28%. Isto significa acumulado em 2019 de 5,93%, equivalente a 142% do CDI e 99% de sua meta.
O Plano Misto segue com rendimento de 6,77% no ano, o equivalente a 113% da meta atuarial, apesar de ter registrado neste mês rentabilidade negativa de 0,21%.
Fonte: CELOS, em 23.09.2019