Por Ernesto Tzirulnik
Os critérios de apólices são dos textos mais mal formulados do mundo dos negócios
Quando começamos nosso exercício profissional tendemos a admitir que os clientes têm razão sempre. Somos, num mundo muito competitivo, levados a bajulá-los – tememos perdê-los – e a assumir que viemos ao mundo para defendê-los em quaisquer circunstâncias, pouco importando o terreno que, a longo prazo, nossa atuação irá sedimentar para suportar o edifício da vida — da nossa, dos nossos descendentes e de toda a nossa sociedade.
Se com a aceitação de tudo ocorre de alguns conseguirem ganhar dinheiro, no fim perde-se a liberdade e o sentido. Talvez, o mais importante ensinamento que Dom Quixote transmite para Sancho Pança, após serem hospedados com luxo e terem retomado o difícil caminho de sua luta, é o de que “la libertad, Sancho, es uno de los más preciosos dones que a los hombres dieron los cielos; con ella no pueden igualarse los tesoros que encierra la tierra ni el mar encubre; por la libertad, así como por la honra se puede y debe aventurar la vida, y, por el contrario, el cautiverio es el mayor mal que puede venir a los hombres.” (Don Quijote, Libro II, LVIII).
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Fonte: JOTA, em 30.04.2018.