
- A campanha Saúde Sem Fraude, da FenaSaúde, completou 1 ano de lançamento em março, apresentando resultados relevantes
- Lançada com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do engajamento no combate às fraudes contra os planos de saúde, a publicação impactou mais de 3 milhões de pessoas nas redes sociais
- No último ano, o hotsite lançado como âncora da campanha registrou mais de 670 mil acessos e 12 mil clicks no link de denúncias
Conheça o hotsite "Saúde Sem Fraude", que conta com vasto material educativo como cartilhas, vídeos, entrevistas - tudo para conscientizar os beneficiários de planos de saúde sobre os danos causados pelas fraudes
- Na imprensa, foram publicadas ao longo deste 1 ano mais de 2.100 matérias sobre fraudes com participação da FenaSaúde
Com a palavra, Eliane Dutra, beneficiária de plano de saúde
"Uma vez eu estava para um atendimento e alguém da área da saúde me perguntou se eu podia pegar a carteirinha, me recusei, achei aquilo um absurdo. Passado algum tempo eu vi esse guia saúde sem fraude na internet, baixei e me deparei com casos semelhantes de empréstimo de carteirinha. Eu sabia que empréstimo de carteirinha é fraude, é como se você estivesse dando sua identidade para alguém se passar por você. Então eu achei importantíssimo esse guia saúde sem fraude. É muito importante estar atento o tempo inteiro, principalmente nessa era digital"
Para Vera Valente, diretora-executiva da FenaSaúde, foi um ano positivo.
“A conscientização, que era o principal objetivo, eu acho que ela foi muito rápida e muito importante. Com engajamento da imprensa, com engajamento da mídia, a gente tem percebido também os médicos mais engajados, mais conscientes, que a maioria dos profissionais médicos atuam da forma correta e ficam muito incomodados ao verem que, de repente, pode passar uma mensagem de uma categoria por causa de um número muito pequeno que atua de forma indevida”
“Nossas empresas e a FenaSaúde, nós tivemos um enorme crescimento de ações cíveis, notícias-crime buscando punir. Então teve um crescimento. Eram quarenta e poucas ações, em 2018. Nós temos mais de 2 mil ações, em 2023. Então, houve uma mobilização também para buscar punir e ter um efeito demonstrativo de que isso é crime e que isso tem consequência”
Fonte: CNseg, em 02.04.2024