Abril foi um mês de instabilidade no mercado financeiro. Isso fez com que sofrêssemos, nos primeiros dias do mês, no segmento de Renda Fixa mais agressivo, como é o caso da alocação em títulos públicos indexados e em pré-fixados – ainda que esses não representem a maior parte das nossas aplicações totais. Assim, o Fundo Diamond, de gestão da BRAM, mostrou retorno de 0,68% em abril, enquanto que o Fundo Nova York, cuja gestão é do Banco BNP, rendeu 0,71%. Já os Fundos Multimercados, cuja aplicação toma uma parcela menor do patrimônio total, renderam 0,71% e 0,44% - respectivamente pelo Garde D’Artagnan e Gávea Macro. No cômputo geral, a rentabilidade do mês de abril foi de 0,67% ou 85% do CDI. No acumulado do ano ainda estamos muito bem posicionados, com 4,37% de rentabilidade ou 113% do CDI.
Fechamento Maio/2017 (Não é Cota Oficial. Está bruta das despesas e, portanto, sujeita a alterações)
Maio, a exemplo do mês anterior, foi bastante impactado com revelações no âmbito político, que afetaram enormemente os mercados. Com isso, imediatamente após que essas notícias vieram à tona, os principais mercados onde atuamos mostraram significativa queda de rentabilidade. Nos dias seguintes, e até o final do mês, houve parcial recuperação do impacto inicial, de modo que encerramos maio com rentabilidade global de 0,71%, advinda especialmente da Renda Fixa (Carteira BNP = 0,73%; Carteira Bradesco 0,78%). Já os dois Fundos Multimercados em que aplicamos apresentaram performance díspares: o Fundo Garde registrou 1,08%, mas o Fundo Gávea mostrou rendimento negativo de 0,81%. No acumulado do ano continuamos tendo uma boa rentabilidade, de 5,17%, que representa 107% do CDI no período.
Fonte: Bungeprev, em 13.06.2017.