Por Max Reyes e Katherine Chiglinsky
Com o aumento das invasões e da demanda por cobertura, o negócio de US$ 3 bilhões de proteção de empresas contra hackers está em um ponto de inflexão
Os ataques de hackers vieram um após o outro, semeando o caos em hospitais, paralisando o maior oleoduto dos Estados Unidos, uma gigante do setor de carnes e afetando as operações de centenas de empresas no fim de semana de 4 de julho. Agora, as seguradoras reavaliam o setor cibernético.
Com o aumento das invasões e da demanda por cobertura, o negócio de US$ 3 bilhões de proteção de empresas contra hackers está em um ponto de inflexão. Diante de custos mais altos e maiores riscos, as seguradoras revisam padrões, aumentam preços e reduzem o valor de quanto estão dispostas a pagar depois de um ataque cibernético.
Fonte: Valor Econômico, em 20.07.2021