O Brasil ampliou em 67% o número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na última década, posicionando-se entre os países com maior oferta global desse tipo de atendimento. Contudo, esse salto quantitativo esconde uma realidade fraturada.
Segundo levantamento recente divulgado pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), o acesso ao cuidado intensivo permanece severamente desigual, de forma com que um beneficiário de plano de saúde tenha, em média cinco vezes mais chances de acesso a um leito de UTI do que um usuário do SUS. Além desse fator, a região geográfica também influencia essa desigualdade.
Fonte: XVI Finance, em 13.05.2026.