Por Carlos Lopes
A pandemia modificou as estruturas do atendimento em saúde. Recursos digitais como a telemedicina, tiveram que ser rapidamente adotados por médicos, clínicas e principalmente observamos a mudança no comportamento daqueles que duvidavam desse tipo de atendimento, sendo obrigados a deixar de lado a desconfiança pelo atendimento a distância.
Somente no Brasil houve um aumento de mais de 800% no uso da telemedicina nos seis primeiros dias da pandemia, segundo pesquisa publicada na revista cientifica Plos One em julho deste ano.
Não há dúvidas que a telessaúde chegou de urgência e veio para ficar. Nos EUA antes do COVID apenas de 11% da população já havia feito algum tipo de atendimento em saúde a distância (apesar de lá, ao contrário daqui a telessaúde já estar regulamentada há bem mais tempo) tendo pulado para mais de 46% no início da pandemia. Estima-se que lá o COVID 19 levou o serviço de telessaúde a um negócio com projeção de 3 bilhões de dólares por ano.
Fonte: O Estado de S. Paulo, em 30.09.2021