A retomada dos procedimentos médicos que ficaram “represados” durante a crise da Covid-19, deu impulso a um movimento que vinha ocorrendo no país há anos. Os custos dos serviços em saúde – oferecidos por operadoras de saúde suplementar ou por empresas a seus funcionários – crescem ano após ano, impactados também pela chamada ‘inflação na saúde’.
Resultado: as operadoras de planos de saúde individuais e familiares foram autorizadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a aplicar reajustes de 15,5% nas mensalidades. O maior reajuste até então havia sido de 13,57%, em 2016. No caso das empresas com contratos coletivos, empresariais ou por adesão, o aumento pode ser maior, considerando que a negociação é livre e há registros de reajustes superiores a 25%.
Fonte: Portal Hospitais Brasil, em 26.10.2022