Por Beth Koike
Anunciado há duas semanas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o produto ambulatorial — que dá cobertura para todas as consultas e exames, mas não permite internações e terapias (oncológica, fisioterapia, psicologia etc.) — nem bem foi lançado e já gerou uma queda de braço no setor e dentro da própria autarquia. E várias entidades de classe e da sociedade, universidades, órgão de defesa do consumidor, entre outros, rechaçaram a proposta em audiência pública realizada na terça-feira (25).
Fonte: Valor Econômico, em 27.02.2025